quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Baile dos Artistas!

Nossa, como o Brasil está cheio de “artistas”. É artista por todo lado! E “todos” ligadíssimos às esquerdas malditas; e “todos” mamando na Lei Rouanet; e todos torcendo pelo Lula da Silva, o rei dos ladrões e do “pulo do gato”, o rato-guabiru que até hoje ninguém conseguiu botar lá na Papuda, e do jeito que as coisas vão, ninguém vai conseguir. Não sei o que vai acontecer com ele, no próximo dia 24. Mas vamos supunhetar que ele não possa mais concorrer com o Bolsonaro. Quem, para o seu lugar? Se a minha “sagacidade” política não me engana, será a Dilma Rousseff. Mas, tomara; tomara, e peço, e rogo ao meu bom Deus e todo poderoso para que ele não vá querer fazer com a dona Dilma, o mesmo que ele queria fazer com a “Mariazinha do Rosário”, a meu ver uma mulher “incomível”...  

Coronel Maciel.

domingo, 14 de janeiro de 2018

Coitadinho do "Herzog"

Coitadinho do “Herzog”.
Abro a “Folha de São Paulo” e dou de cara com o retrato do “Herzog”, com a corda no pescoço. Não sei se ele se matou, ou foi matado. Não sei. Mas é “Phoda”; foda com “Ph de Pharmácia” a gente ficar se esforçando, tentando mostrar ao mundo inteiro que nós não somos esses “filhos da puta” que esses jornais não se cansam de dizer que nós somos: torturadores, assassinos, e outros adjetivos tão pouco qualificativos, quando basta uma chamada na primeira página desses jornais para derrubar todo o nosso esforço. São milhões os leitores desses jornais, contra aqueles poucos que acessam nossos Blogs, ou nossos encontros no “Face”. É Phoda! Mas vou logo dizendo: não sou nenhum “santinho”: Enquanto eu ficava numa boa, fazendo loucuras nos meus aviões, muito outros dos nossos ficavam arriscando suas vidas, lutando contra os terroristas comandados pela Dilma Rousseff.  Nunca fiz parte desses “DOI-CODIS”, porque nunca fui “convidado”; mas, caso fosse, botava mesmo “pra quebrar”! Não ficaria passando panos quentes nas bundas desses terroristas que nos escaparam, e hoje tomaram conta dessa “merda de mídia”. Não conheço as estatísticas no Brasil. Mas com certeza em nada se comparam aos mais de cinquenta milhões de velhos, doentes mentais, minorias de perseguidos que foram assassinados na Rússia Comunista Stalinista! Nem aos que foram torturados na Alemanha nazista, onde seis milhões de judeus foram sacrificados no holocausto. O “Herzog” era judeu. Fugiu para o Brasil quando ainda neném, e por isso escapou do Hitler.  E menos, muito menos ainda se comparado com o acontecido na ilha cubana de Fidel Castro, onde milhares de inocentes cubanos foram fuzilados nos “Paredóns”, até hoje em pleno funcionamento! Digamos que foram “torturados” uns quinhentos terroristas, nos chamados “Porões da Ditadura”.  – Ora porra! – Isso “tudo” não passa de ingênuas brincadeiras de escoteiros, coronel, comparadas com o que fez, só para citar um exemplo, o Che-Guevara em Cuba, quando seiscentos inocentes cubanos foram fuzilados numa única madrugada de terror, sem tempo nem para fazer os pedidos dos que agonizam, em orações que rezam: -- “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores agora e na hora de nossa morte amém. ” Vou ficando por aqui, porque é “foda” ficar dando murro em ponta de faca...

Coronel Maciel.

sábado, 13 de janeiro de 2018

O Voo 447, da Air Frence.

O Brasil hoje não passa de um enorme avião, tipo o “Airbus” que fazia o voo AF447, que caiu no mar, matando todas as “pessoas a bordo”. Antes que o Brasil “caia no mar”, matando todos os seus habitantes, é necessária uma troca imediata de toda ”tripulação”. Em quem você votaria para assumir “os comandos”, e fazer o Brasil voar novamente num “Céu de Brigadeiro”? Num piloto militar, tipo Bolsonaro, ou, num civil qualquer, tipo Lula da Silva?
Coronel Maciel.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Países Merdas.

Atualmente o Brasil é um país “merda”, ou está totalmente “mergulhado” na merda? Quem é capaz nos tirar dessa merda? Candidato é o que não falta! Se deixarem, o Lula ganha? Se não deixarem, quem ganha? O Bolsonaro, coitado, não sei se vai aguentar levar tanta porrada, como acontece com o Trump. Mas o Trump, além de ter milhões de vezes mais bens móveis e imóveis que o Bolsonaro, está “cagando e andando” para a imprensa totalmente mergulhada na merda das esquerdas do mundo inteiro, e já dizem até que ele vai se reeleger fácil, apesar de tudo o que dizem de mal dele. Não sei. Só sei que se o Bolsonaro ganhar, pode ser que sim, mas pode ser muito mais que não consiga tirar nem um pouco desse Brasil mergulhado até o talo na merda. É muita merda para um Bolsonaro só. A não ser que ele consiga “apoio total”, do baixo, como do alto clero das Forças Armadas. Será o impossível, meu Deus?

Coronel Maciel.  

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Só louco!

Só louco!
Tem dias que eu acordo assim, meio atravessado do juízo, pensando na vida que levou o “Nhô Augusto Estêves das Pindaíbas”, espetacular figura criada pelo João Guimarães Rosa. Nhô Augusto, depois de fazer “misérias’” na vida, acabou levando tanta “porrada” dos inimigos, que quase morre, mas escapou “milagrosamente”, e, convertido depois de muita reza, dizia: “Pro céu eu vou nem que seja na “porrada”. Mas entrou novamente de cabeça na “boa vida”, e acabou morrendo na ponta da faca. Mas viveu sua vida, como queria. O mesmo aconteceu com o “Capitão Rodrigo Cambará”, outra espetacular criação do Érico Veríssimo, que dizia: “Cambará macho não morre na cama! ”  Eu acho que cada um deve viver sua vida como quiser; mas aguente as consequências! Quem quiser que passe a vida rezando, em eternas penitencias, jejuando, sofrendo, na esperança de um belo dia ir morar no céu. Eu mesmo não acredito em vidas futuras, mas admiro, e muito, em quem acredita. E são muitos, são “bilhões” os que acreditam. Assim como não acredito em “Discos Voadores”, mas admiro quem acredita; também são “bilhões” os que acreditam; mas acredito na existência de vidas em não sei quantos milhões, ou bilhões, de planetas girando por aí, no meio de não sei quantas galáxias também girando por aí. Não acredito em muitas coisas que o mundo inteiro acredita. Mas, de uma coisa eu tenho certeza: Se pudesse “recomeçar”, faria tudo de novo: entraria novamente na minha querida EPCAR; faria novamente as mesmas loucuras nos meus aviões; beberia as mesmas cachaças pelos bares da vida, sem nunca me importar com conceitos, preconceitos, nem “Fichas de Conceitos”; faria novamente igualzinho a tudo o que eu fiz na vida, sem nunca prejudicar ninguém, e sem medo de ser feliz.
Só louco amou, viveu, ou vive como eu vivo.
Coronel Maciel


terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Até tu, Zé Serra?

Zé Serra, quem diria, engrossando o caldo dos corruptos do Brasil. – Senador, Governador! Não são poucos os “brasileirinhos” que gostam dele! Principalmente os eleitores paulistas, os mais “politizados” do Brasil!
Dizem -- não sei se é verdade, não aconteceu comigo -- que quando ele viajava nos jatinhos da FAB, o Zé gostava de sacanear; de se divertir, melando, sujando, cuspindo no chão dos aviões, com restos de comida, pedacinhos de jornais, e outras “amenidades”, e depois dizia para os coitados dos pilotos, “Oficiais-Aviadores”: - “Limpem essa porra, já que vocês não fazem nada mesmo”! – Ah, se fosse comigo! – Na próxima, eu botava o jatinho voando de cabeça pra baixo; voando no  “dorso”!...
Transportei vários Ministros, Presidentes, na época da “Ditadura”; não nos jatinhos do GTE, Grupo de Transportes especializado em transportar “autoridades”; mas sim nos meus bravos “Dakotas C-47”.  O Higino Corseti; o Mário Andreazza e tantos outros nas viagens de inspeção que faziam pelo norte e nordeste, pousando em pistas onde só os C-47 sabiam pousar. Mas era outra classe de homens; outra classe de Ministros. Eram homens íntegros. Dignos. Militares sérios, respeitáveis.
Lembro do Zé Serra nos seus tempos da “UNE”.  Não sei se o Zé de hoje é pior que o Zé daqueles tempos, quando liderava estudantes altamente politizados, que chamavam os nossos generais de assassinos; de torturadores; da UNE com a sua indisfarçável simpatia por Cuba; da UNE com o retrato do Che-Guevara nas suas bandeiras. Não sei se naqueles tempos do Zé os estudantes já fumavam maconha. Charutões cubanos eu sei que fumavam. – Hoje, na USP, dizem que fumam maconha e drogas mais fortes, mais pesadas, mais inebriantes. Crack, Cocaína. Fumam e cheiram, em vez de ler e estudar. -- Será que aprenderam com o Zé? -- Não; não é possível! -- Não é possível?  Perguntem ao FHC se não é possível!
Eta Brazilzão velho de guerra, tão amado, tão perdido, tão “fedido”...

Coronel Maciel.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Síndrome de Estocolmo.

Síndrome de Estocolmo.
Não vou agora querer ensinar padre nosso a vigário. Todo mundo sabe o que é, e por que acontece a tal Síndrome. Mas, só para lembrar: ela acontece quando o sequestrado passa ficar do lado do sequestrador; passa a “arriar as calças” para os seus sequestradores. É o que acontece no Brasil, que de há muito caiu nas mãos de “sequestradores”, desde quando aqueles velhos generais, ou melhor, para sermos mais justos com eles, desde que nós, velhos militares, resolvemos entregar o ouro aos bandidos. A paixão começa com a compaixão. Desde então aumenta cada vez mais os milhões e milhões de brasileirinhos atacados pela tal síndrome. E o pior é que ela ataca também aqueles que se consideram “brasileirões”. São os “inocentes úteis”; são os que agora estão “chorando” a morte do Heitor Cony. Iguais ao Cony, um dos maiores beneficiários da chamada “Bolsa Ditadura”, existem milhares e milhares de outros que receberam fabulosas indenizações, e continuam recebendo generosas “mesadas” vitalícias, tudo livre de Imposto de Renda! E não são somente os “jornalistas” amestrados como o Cony; não! São os muitos que estão agora ocupando as melhores “poltronas” em todos os desvãos dos Três Poderes deste “fedido” Brasil. São muitos também os “militares comunistas”, desde soldados a coronéis, generais, brigadeiros e almirantes, que foram cassados, e que hoje, anistiados, promovidos, medalhados, estão aí, rindo de nós que passamos nossas vidas cumprindo rigorosamente com nossas obrigações militares. Precisamos deixar de ser “babacas”, e ter coragem de mostrar aos nossos filhos e netos quem são esse bando de “filhos da puta” que não se cansam de rir e de mangar da gente!

Coronel Maciel.