segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Parada Gay.

“Parada Gay”.
Confesso que já comi um viado; foi assim: Estávamos aguardando o embarque dos passageiros, lá em São Gabriel da Cachoeira, cidadezinha linda, nas margens do majestoso Rio Uaupés, bem ao norte do meu Estadão do Amazonas, e debaixo de um sol à pique de meio-dia, e de aproximadamente 40 graus, centigrados, na “sombra” da asa do meu valoroso Super Dakota C-47, quando uma voz ecoou; era a de um índio: -- Um viaaaaadoooooo!!!! Pega o viadoooo! Foi quando saíram em desabalada carreira dois cachorros, magros, que estavam também aguardando embarque, correndo ao encalço de um “viadinho lindo”! Ora, o viado, que não era gay, ficou completamente desorientado, vindo em direção onde eram guardados os tonéis de gasolina, pulou a cerca, deu azar, caiu de mal jeito, quebrou o pescoço, morreu e foi pr’o céu.  Chamei o “Guarda Campo”, amigo nosso, e “ordenei”: prepare tudo o que for preciso -- fogo, cerveja, cachaça e violão -- para quando “nóis voltar”. E assim, debaixo de um céu maravilhosamente estrelado, olhando a lua, redondona, nascendo por de trás do morro da “Bela Adormecida”, saboreamos o mais suculento churrasco de ”viado”, às margens do majestoso e para sempre nosso inesquecível Rio Uaupés... Como tudo era lindo e diferente  naqueles nossos velhos tempos... kkkk
Coronel Maciel.



sábado, 18 de novembro de 2017

Assédio Sexual.

Afinal, meus amados, digam-me por favor: o que é, o que não é, qual o verdadeiro significado desse termo tão "infringente" chamado “assédio sexual”? Abro a “FSP” e leio, perplexo, que um embaixador acaba de ser defenestrado da chefia da delegação brasileira na FAO, acusado de “assédio sexual”, e que o mesmo é “useiro e vezeiro” na prática desse pecado capital, pecado, entre outros, o de gostar de sair do banheiro com a “braguilha” aberta, com o pinto de fora, pedindo, ou mandando, que “meninas”, subordinadas suas, o ajudassem a se vestir. Não sei, e custo acreditar que, quando interrogadas por que não o denunciavam, elas dizem que não o faziam com medo de retaliações, ou de perderem o emprego, aliás e “en passant”, boca muito rica no Itamaraty. Dizem que certas estagiárias, e o presidente Clinton que o diga, quando assediadas vão dizendo, não, não e não, mas vão cedendo sempre. Não sei, nem nós sabemos. Já outros dizem que “assediou” -- e tanto faz o cara ser coronel, embaixador, aviador, um outro cara qualquer – tem que transar, se não “tá lascado”, usando de um certo “eufemismo”. Outra palavra que precisa ser muito bem definida é a tal “democracia”. Há democracia em Cuba, na Coréia do Norte, no Brasil, na terra, ou em outro planeta desses outros por aí? Não sei e acho mesmo que ninguém sabe, nem mesmo a dona Carmen, que dizem não saber, nem de entender de nada, nem de leis ou regulamentos, mas que é mais feia que defunto vivo...  kkkkk 
Coronel Maciel.




sexta-feira, 17 de novembro de 2017

O Coronel Corisco.

O Coronel Corisco.
Depois que a “Carmen Lúcia”, feia como o diabo, “abriu as pernas”, os ratos dos poderes legislativos do Brasil inteiro ficaram livres das “ratoeiras”, e à vontade para roer o queijo e beber todo o leite dos nossos filhos. De modo que desisto de ficar dando murro em ponta de faca. Hoje vou lembrar pra vocês outra figura ímpar da minha querida Força Aérea Brasileira: O “Coronel Corisco”. Depois de cumprir aqueles 15 dias de prisão sem fazer serviço que o Sarney me aplicou, acabei sendo novamente transferido, desta vez de Brasília para o Rio. Em lá chegando, fui procurar abrigo no cassino da Base Aérea do Galeão. Dando uma olhadinha na “lista de hóspedes”, lá estava o nome do Corisco. É neste quarto mesmo que eu vou ficar, disse para o ”estalajadeiro”. Bati no quarto (me acompanhavam um violão, duas tristezas na mala e muita saudade de casa). Corisco me recebeu com aquele seu longo e fraternal abraço: - Mano velho, você por aqui?!-- Fiquei sabendo das sacanagens que fizeram com você. -- Seja bem-vindo ao seu novo lar... kkkkkkkkkkkkkkk e soltou uma das suas mais gostosas gargalhadas!
Corisco já estava meio "melado" (era um domingo, à tardinha; boca da noite). Perguntou se eu aceitava um cabo, ou um sargento. (Um cabo, era o mesmo que dizer dois dedinhos de pinga; um sargento... três).
Não demora muito, e já estávamos cantando as músicas do Luís Gonzaga, músicas que ele adorava tanto! Houve uma hora em que ele não resistiu tanta emoção e largou o maior "Dó de Peito”, estrondando todo o cassino: - - "Só deixo o meu Cariri... No último pau de arara...”
No dia seguinte o Corisco me prega a maior surpresa: - - Entro no quarto e dou de cara com meia dúzia de engradados de “Pilsen Extra”! -- Dúzias e dúzias de “felicidade engarrafada”; um fogãozinho elétrico “Jacaré” para fazer uns tira-gosto e um freezer. Era o bastante para matar nossas saudades.
Corisco gostava muito das histórias de Lampião: - - “Volta-Seca”, solte os presos, que o mundo já é prisão. “Corisco” lembrava o jeitão daquele outro “Corisco”, o da turma de “Lampião”. Daí o porquê dele ser conhecido na FAB como "Corisco", o nosso saudoso Coronel Intendente Eraldo Correia de Lima, hoje com toda certeza gozando as delícias de morar lá no céu, quem sabe até já um pouco "melado", degustando os melhores vinhos dos Deuses, na companhia dos anjos e das mais belas “anjas”, não importando se virgens, brancas, louras, negras, mulatas ou morenas, cantando hinos Gregorianos, nas suas noitadas entre as estrelas do céu... kkkk.  Espere por mim, mano velho!
Coronel Maciel.





quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Nem oito, nem oitenta.

Nem Oito nem Oitenta.
Sei, ou sabemos, que têm coisas que se diz, mas não se escreve; outras, que se escreve, mas não se assina; e outras que não se deve nem pensar, quanto mais publicar aqui no “Face”. Pensei em publicar tão somente no meu BLOG, mas resolvi “arriscar”, ficando assim sujeito à Chuvas, Cb’s, Relâmpagos e Trovoadas!  Esses negócios que andam dizendo por aí contra o “Caetano”, contra o “Waack”, contra certos produtores de “Holywood”, e outras coisinhas ou coisonas por aí, é bom que se diga que, hoje em dia, e diria mesmo que desde que o mundo é mundo, têm meninas de 13, 14, 15 anos que sabem coisas que muitas bisavós “duvidam”. Uma vez o “Castelo Branco” chamou o “Lacerda” para um particular, pedindo-lhe que fosse “explicar” aos Franceses a nossa “Revolução” ou a “Ditadura”, como queiram. Em lá chegando foram-lhe logo perguntando: -- Como Vossa Excelência pode nos explicar uma Revolução sem sangue? O Lacerda, com aquela sua língua inteligentíssima, afiadíssima, respondeu: -- É que Revoluções no Brasil são como “casamentos” aqui... Lógico que não estou aqui para defender tarados, estupradores de crianças, e outros débeis mentais; esses, na minha modesta opinião, deveriam ser logo “enrabados”. Quando chegamos em Pirassununga, em 64, éramos um “Grupão” de   Tenentes Aviadores, instrutores de voo, a maioria, solteiros, que ficaram, digamos, “loucos varridos”, ao ver tantas “meninas” lindas fazendo “footing” pela pracinha da cidade. Mas a concorrência era grande. Foi quando uma “comitiva” da pais e responsáveis foi “reclamar” de -- na época ainda não era comum esse termo -- “assédio sexual” contra as suas “meninas”, ao que o Comandante, atarefadíssimo, e também de língua bastante afiada, mandou o “Oficial de Dia” dizer ao chefe da comitiva, que “não era tramela de buceta de ninguém”. Ora, isso dito hoje em dia culminaria com exoneração imediata do Comando, e quem sabe até prisão perpétua! Então, amados ouvintes, nem Oito nem Oitenta; nem 24 nem “Sessenta e Nove” kkkkk, embora reconheça que isso não é motivo para risos, nem gargalhadas...
Coronel Maciel.


quarta-feira, 15 de novembro de 2017

República de Bananas.

República de Bananas.
Por que no Brasil, ao contrário dos “Americanos”, nada deu certo, enquanto que lá, tudo deu certo? Taí um bom tema que serviria para despertar a criatividade dos candidatos do ENEM. Aqueles sem medo de levar zero, poderiam começar dizendo que os colonizadores ingleses, pilotando as suas “Mayflower”, foram lá para ficar, e não tão somente para roubar, e voltar, como aconteceu por aqui, costume que me parece ter vindo para ficar. Estão aí, para confirmar estas minhas mal traçadas linhas, as prisões de grandes chefões políticos desta minha ex cidade maravilhosa. Poderiam também dizer que os “católicos” vieram só para atrasar, usando só a “marcha ré”, ao contrário dos “calvinistas”, os quais, usando só “marchas pra frente”, fizeram dos Estados Unidos, tudo isso que hoje eles são. Basta, para terminar e confirmar estas minhas “mal traçadas”, dizer que foram os “Padres de Passeatas”, ao lado de alguns “Bispos Vermelhos”, os que mais ajudaram a transformar o Brasil nesta república de bananas, bananas compridas e finas, as mais gostosas da serra... kkkkk
Coronel Maciel.     

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Que será, será.



Enquanto os “Moros” da vida lutam desesperadamente para pôr  na “Papuda” os mais perigosos bandidos de “Colarinho Branco”, outros, os mais “filhos da puta”, estão por aí, soltos, dançando em festas milionárias. O mundo é dos vivos, já dizia minha vovozinha. Uns acham que para salvar o Brasil só mesmo fazendo como fizeram na China, onde, “na porrada”, e, de repente, nada mais que de repente, conseguiram-se transformar numa das maiores potências econômicas e militares do mundo! Outros acham que não; que o melhor mesmo é fazer como os “americanos”, que, nadando nas ondas da democracia, hoje são os mais ricos e poderosos do mundo! Eu, já na reta final, com o trem baixado e travado, estou na expectativa. Já demos o nosso sangue, já demos nossas almas, já demos tudo pelo Brasil! Inutilmente? Mas fico um pouco muito triste, sem muitas esperanças, com o futuro dos nossos filhos e netos que, ainda nem bem “decolaram”, só veem pela frente CB’s, Chuvas, Relâmpagos e Trovoadas. Sempre procurei incutir “nos meus” o amor pela vida militar; mais ainda pela minha querida Força Aérea Brasileira! Mas houve muito “pé contrário”... “Bolinha fora do centro” ...  Que será, será... kkkk 
Coronel Maciel.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Em busca da verdade.

Em busca da verdade.
“Não há como não ser aquilo que o mundo quer que a gente seja, dizia um filósofo baiano, “preto”, boêmio e namorador”.

Onde se esconde a verdade, respondam-me por favor, amados amantes deste mundo tão difícil de se amar? Estará com aqueles que afirmam que na França ocupada alguns franceses foram mais nazistas do que os próprios alemães, e que muitas vezes era mais fácil enganar, subornar, ou comover um nazista, do que um judeu que passara “para o outro lado”? E que o Papa Pio Xll “silenciou” durante o “Holocausto”? E que, em nome de Deus, ninguém matou mais que a Igreja Católica Apostólica Romana durante as “Santas Inquisições? Onde está a verdade, afinal, pedia o baiano “Jorge Amado”: estará na pequena realidade de cada um de nós, neste imenso universo do sonho humano, ou estará com o “Comandante” Vasco Moscoso de Aragão, Capitão de Longo Curso, que nunca foi comandante de “porra preta” nenhuma?  Estará a verdade com os que acusam o “Waack” de “não gostar de pretos”, ou será tudo “armação” das “esquerdas brancas e psicopáticas”? Estará a verdade com o “Preto” Barack “Hussein” Obama, ou com o Donald Trump, que dizem ter a alma mais “preta” que a da “Lady Macbeth”... kkkkk 
Coronel Maciel.