sábado, 15 de novembro de 2014

"Maridões enganados"!

Essas safadezas todas que estão acontecendo na “fedida” Petrobrás; bem como inúmeras outras por este Brasil a fora; safadezas capitaneadas pela senhora Dilma Rousseff, e cujos “companheiros”, encastelados no poder, continuam afirmando que não sabem de nada; que não viram nada; ou então descaradamente dizendo “que provem”; queremos provas! -- me fez lembrar esta historinha das muito mais sem vergonha que conheço desde quando, criancinha ainda nos meus dez, onze, doze anos, “brechava” lindas meninas tomando banhos seminuas, ou mesmo nuas em pelo, nas águas-igarapés, na minha doce quente e úmida,  Belém do meu Grão Pará.
A historinha. -- O marido, corno, mas bonitão, desconfia que a esposa “o engana” (ela diz que o engana, porque ele não é bom de cama...). Mas isto não importa ao caso (ou importa?). Um belo dia ele resolve botar os pingos nos is, esquecido da grande máxima:- - “Não surpreenda, para não ser surpreendido...” -- Vê quando ela e o “pé de lã” se encontram; vê quando eles se dirigem a um escondidinho motel; pelo buraco da fechadura, vê quando os dois se abraçam, se beijam, começam a se despir; vê o cabra com a espada em riste. Louca de amor e tesão, a mulher tira a roupa toda,  jogando a calcinha ao lado. A calcinha, caprichosa, se enrosca na maçaneta da porta e bloqueia lhe a visão. O maridão não consegue ver mais nada do então. Logo, não há provas cabíveis de que a esposa, coitadinha, “enganou o maridão”.
Não é possível que dona Dilma Rousseff – sempre descaradamente - continue pensando que todos nós somos... “uns maridões enganados”.
Coronel Maciel.


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